Ponte Floyd Rose

Floyd Rose locking tremolo, ou simplesmente Floyd Rose é um tipo de ponte (flutuante) com travamento desenvolvido para guitarra. Floyd D. Rose inventou a alavanca com trava em 1977, a primeira deste tipo é hoje fabricada por uma empresa de mesmo nome. Esta ponte ganhou popularidade na década de 80 através de guitarristas como Eddie Van HalenJoe Satriani, Steve Vai entre outros.

Mr. Floyd D. Rose com sua Kramer

Breve histórico

Floyd D. Rose começou a trabalhar no que viria a se tornar a Floyd Rose tremolo em 1976. Ele tocava numa banda de rock da época (inspirados em Hendrix e Deep Purple). A profissão de rose até aquele momento era joalheiro, então usou suas ferramentas para criar uma porca de bronze que travava as cordas no lugar (nut) com 3 grampos em forma de "U"e instalou esta porca em sua fender stratocaster 1957. Mais tarde ele melhorou o projeto usando aço endurecido e redesenhou a ponte.

As primeiras pontes e nuts eram todos feitos a mão por Rose e passaram rapidamente a serem usados por guitarristas da época, talvez mais notavelmente por Eddie Van Halen.

A Primeira patente foi concedida em 1979, e pouco depois, Rose fez um acordo com a Kramer guitars, porque ele não podia manter-se com a demanda de fabricação manual. Os modelos de guitarra da Kramer com floyd rose se tornaram muito popular, o que levou outros fabricantes a fazerem pontes semelhantes, violando a patente.

Na década de 80 foi necessário atualizar o projeto e foi adicionado o conjunto de sintonizadores (micro-afinação) que permitiam afinar a guitarra depois que as cordas estivessem travadas no nut. Mais tarde os modelos patenteados foram licenciados para outros fabricantes usarem.

Princípios

Os princípios básicos da ação de uma ponte flutuante de duplo bloqueio são mostrados na foto abaixo.



(Suas proporções são "exageradas" para demonstrar o efeito)

A posição I ilustra uma ponte Floyd Rose idealmente ajustada. A ponte (laranja) equilibra em um ponto através de pivôs, sendo puxado para a esquerda pela tensão das cordas e no sentido contrario pelas molas. Controlada por meio de parafusos de ajuste especial (roxo), estas duas forças são equilibradas de modo que a superfície da ponte é paralela ao corpo da guitarra. As cordas são hermeticamente travadas com um mecanismo especial no nut (verde), bem como na ponte, portanto, "bloqueio duplo" (double locking).

Posição II ilustra a ponte quando a alavanca é empurrada para baixo, em direção ao corpo da guitarra. A ponte gira em torno de um ponto de pivô para a esquerda e a tensão em cada corda diminui, baixando o tom de cada corda. Enquanto a tensão das cordas diminui, a tensão das molas aumenta. O fato das cordas estarem travadas na ponte e no nut permite que elas retornem afinadas quando a força sobre a alavanca é removida.

Posição III ilustra a ponte quando a alavanca é puxada para cima, para longe do corpo da guitarra. Ao contrario da posição II, a tensão nas cordas aumenta e a tensão nas molas diminui, aumentando o tom de cada corda. O equilíbrio entre cordas e molas faz com que a ponte retorne ao normal quando deixa de ser puxada para cima. Observe que ao usar a alavanca em ambos sentidos (para baixo ou para cima) a distância entre as cordas e o fretboard (escala) é afetada.

Vantagens e desvantagens

A principal vantagem do sistema Floyd Rose é sem dúvida o duplo bloqueio das cordas, que permite que a guitarra se mantenha afinada por mais tempo mesmo em situações de uso "extremo" da alavanca. Por outro lado a quebra de uma corda no meio de uma performance pode tornar-se um transtorno, porque neste caso o equilíbrio de tensão entre as cordas e as molas é interrompido, causando assim a perda da afinação. A mudança de afinação ou calibre de corda, requerem que este sistema seja regulado novamente de acordo com a nova afinação ou calibre desejado.


Outro tema de muita controvérsia é o efeito da ponte no timbre, que para muitos guitarristas, fica "agudo" e "magro" perdendo sustain, o que levou ao desenvolvimento de diversas mudanças no material, rigidez e tamanho da ponte.

Guitarrista Slash fala sobre a origem da sua cartola


Slash explicou sua escolha por usar cartola ao The Associated Press em junho de 2010. O guitarrista escolheu usá-la nos palcos pois, "Você pode apertar bem, deixar o seu cabelo cobrindo o seu rosto e de certa forma se esconder por tras disso. Eu sempre fiquei um pouco nervoso na frente de multidões e isso me fez sentir mais confortável".
A respeito do chapéu escolhido, a cartola surgiu de uma expedição de 'compras' em Los Angeles': "Eu fui em uma loja em Melrose em Los Angeles e vi a cartola, e imaginei, 'isso é legal'. E nós tínhamos um show naquela noite, então eu estava realmente procurando por alguma coisa para usar nesta noite."

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O guitarrista admite ter roubado a cartola. Essa história foi contada em detalhes ao ser entrevistado por Amanda Christine Miller para o The Huffington Post em 2007.
"Eu sempre tive uma queda por chapéu; realmente completa o visual. Por volta de 1985, no início da carreira do Guns n' Roses, antes de termos contrato com alguma gravadora, eu estava em Melrose procurando por algo legal para usar no show daquela noite no 'The Whiskey'. Eu não tinha dinheiro algum, significava então que tinha que ser algo que eu pudesse roubar. Então eu fui até uma loja chamada 'Retail Slut' e vi essa cartola, e ela praticamente me chamou. E você sabe, quando se decide que realmente gostou de algo, não há volta: você precisa daquilo. Eu a coloquei e ela ficou legal, mas então eu pensei, 'como se rouba uma cartola?', não é algo que você pode colocar no bolso. Então eu peguei-a e sai da loja, andei metade da quadra e ninguém me seguiu, daí vi que havia conseguido escapar com ela."
"Antes de ter ido àquela loja eu havia pego um cinto (também roubado) de uma loja chamada 'Leather Treasures'. Eu voltei para o apartamento onde eu vivia com o Axl na época e a cartola era bem legal, mas parecia muito simples. Então eu tive aquele famoso momento da lâmpada brilhando: peguei o cinto, cortei no meio, e coloquei-o em volta da cartola. E aquilo se tornou minha assinatura. Ela tem várias finalidades: uma aparência legal, me ajuda a escapar da exposição pública pois eu posso me esconder por trás dela, e é a solução perfeita para os dias de 'cabelo ruim'. Tenho usado desde então."
"Eu havia provado alguns chapéus diferentes - sempre achei os chapéus tipo coco e borsalino legais, mas nada que ficasse caracterizado como algo meu".

Amplificadores Valvulados

Amplificação Valvulada - A Origem do Rock n' Roll


A amplificação valvulada remete às origens de todo e qualquer instrumento eletrônico. Antigamente, lá no começo do século XX, para se conseguir amplificar qualquer sinal eletrônico, era necessário o uso de um equipamento chamado válvula (fisicamente muito parecido com uma lâmpada). As válvulas eram usadas em rádios, televisões, tocadores de vinil e... amplificadores de instrumentos musicais.


Mas a importância da válvula não é só tecnológica. Por uma limitação física, elas acabaram por refefinir a história da música moderna e foram fundamentais para a criação do rock n' roll.

Por quê?

Uma válvula só consegue amplificar um sinal com alta fidelidade até um certo nível. Passando deste ponto, a válvula começa a distorcer naturalmente o som. Usando amplificadores valvulados, os pioneiros da guitarra distorcida (Willie Johnson, Chuck Berry, etc) abriram as portas para o timbre que seria obrigatório na revolução musical dos anos 50/60.

As válvulas, por estarem ligadas às origens da distorção, praticamente definem o que nossos ouvidos estão acostumados a compreender como um bom timbre de guitarra. De Beatles a Metallica, de AC/DC a Radiohead, de Pink Floyd a Stevie Ray Vaughan, todos eles usavam, em algum nível, uma válvula para amplificar o som de seus instrumentos.

Há justificativas físicas para tal fascínio.

Timbres Limpos - Mais gordos e mais ricos

O timbre limpo de um valvulado é muito mais gordo e rico que um transistorizado. A compressão natural proporcionada pelas válvulas valoriza cada detalhe do instrumento e gera um som que preenche o ambiente de forma muito mais intensa. Exemplos de timbres limpos de amplificadores valvulados: "Hallelujah" de Jeff Buckley e "Lenny" de Stevie Ray Vaughan.

Timbres Distorcidos - Controle através da pegada

Conforme o nível de sinal de entrada vai aumentando, o som começa a ficar distorcido. Essa passagem entre o som limpo e o som distorcido é um dos baratos de um valvulado. É um caminho natural, sem precisar de um pedal, e que possibilita o uso da pegada para determinar o nível de distorção do som. Somente aumentando ou diminuindo a instensidade da palhetada, um guitarrista consegue ir de um som límpido e cristalino para algo bem distorcido.


Se a guitarra for de qualidade (com um potenciômetro bem regulado), dá até pra determinar o nível de distorção através do controle de volume do instrumento. Isso se chama "dinâmica do som" e é uma das principais características de um amplificador valvulado.

Distorção cheia de harmônicos naturais

Há algo mais que diferencia a distorção valvulada de todas as outras: os harmônicos. Grosso modo, quando nós ouvimos uma nota, não estamos ouvindo só aquela nota. Escutamos também seus harmônicos. Um Mi não é só um Mi. É um Mi, seguido de um Mi numa oitava acima, de um Si, de um Lá e assim por diante, respeitando a série harmônica. Para comprovar isso, basta reparar como, no seu violão, quando você toca a corda Mi, as cordas Lá e Si também vibram.


A quantidade e intensidade dos harmônicos de uma nota está diretamente relacionada à sua beleza e riqueza sonora. Uma distorção rica em harmônicos naturais é o sonho de qualquer guitarrista. Cada guitarra (dependendo do corte, da madeira, etc) tende a facilitar a percepção de harmônicos de algumas notas em detrimento de outras. Basta plugar sua guitarra num bom amplificador distorcido e testar cada nota (preferencialmente nas cordas Sol e Si) para descobrir qual delas, quando sustentada por um bom tempo, consegue gerar naturalmente a oitava acima. 


Exemplo de timbre distorcido para solo: gravação ao vivo de "One Way Out" do Allman Brothers Band. Repare no solo de Dickey Betts. Cada nota parece gritar e chamar por sua oitava (e o resto de seus harmônicos), sem que ele force nada.

Tudo tem um preço

Mas essa pureza sonora dos valvulados não vem sem custo.

Comparando modelos do mesmo porte, os valvulados são bem mais caros. E não é só o custo de aquisição. A manutenção é bem mais cara também. Não é em qualquer esquina que se encontra um técnico especializado em amplificadores valvulados. Sem contar que as válvulas (como as lâmpadas) possuem uma vida útil e devem ser trocadas de tempos em tempos. Considerando um amplificador com 5 válvulas com um custo médio de R$70 por válvula, uma troca pode custar R$400 (com mão-de-obra).

Os amplificadores valvulados são mais pesados, pois as válvulas exigem transformadores poderosos para adequar a voltagem de entrada à padrão de seu trabalho.

Mais pesados, porém mais frágeis. As válvulas são como lâmpadas, não podendo ser transportadas de qualquer jeito (principalmente quando estão quentes, após uso) o que exige do usuário um maior cuidado. É necessário esperar as válvulas aquecerem antes de abusar delas e é preciso uma atenção maior à voltagem e condições elétricas do local em que se plugará o amplificador. Em condições inadequadas, as válvulas podem superaquecer, levando a uma redução na vida útil do equipamento.

Por sinal, nem precisa reforçar o cuidado que precisa ter para manusear estes amplificadores. O calor das válvulas, dos trafos, a quantidade de corrente que circula pelos capacitores e resistores... Não dá, mas não mesmo para um leigo se aventurar no meio daqueles fios. O perigo é imenso!!

Outro "defeito" dos amplificadores valvulados é mais uma consequência natural de sua vantagem. Por só ser possível conseguir uma distorção natural de válvulas quando o volume está em níveis altos, um amplificador valvulado só realmente mostra a sua cara, seu timbre verdadeiro, em volumes beeeem acima de qualquer aplicação caseira. Comprar um Marshall Plexi ou qualquer outro amplificador valvulado para usar em casa, trancado no seu quarto é ou subutilizar o equipamento ou comprar briga com seus vizinhos.

Pegada na Guitarra

Muitos falam em "pegada". Mas geralmente não se fala muito sobre o que é pegada. As pessoas simplesmente sabem identificar quando um guitarrista tem essa qualidade. Pegada é simplesmente a forma de tocar uma música.

Imagine dois guitarristas tocando a mesma música, com exatamente as mesmas notas e a mesma marcação de tempo. Com certeza, os dois tocarão de formas diferentes. O guitarrista que tem mais pegada é aquele que sabe que não basta tocar certo. É preciso incrementar cada fraseado com pequenos detalhes, talvez quase imperceptíveis para os desatentos, mas que em conjunto transformam a música.

Pegada também pode ser entendida como uma combinação de feeling e técnica. Feeling para saber o que tocar e técnica para saber como tocar.

Um ótimo exemplo de um riff com pegada é o da música Man In The Box, do Alice In Chains. O riff consiste em apenas um power chord, que é tocado de forma assombrosamente simples.


E aqui vai nossa principal dica: para ter pegada, você precisa ter uma forte noção de ritmo. Treine com um metrônomo (marcador de tempo), toque acompanhando uma música. Faça qualquer coisa, mas nunca deixe de prestar atenção na batida e no tempo! É preciso descobrir que a guitarra também é um instrumento de ritmo e que ela pode e deve manipular o tempo da música.

Curiosidades


guitarrasA guitarra foi inventada de forma independente por muitas pessoas por volta dos anos 1920 – 1930, mas as guitarras de madeira maciça passaram a ser projetadas e aperfeiçoadas mesmo a partir dos anos 1940. Um técnico especializado em consertar rádios chamado Leo Fender (sim, esse foi o fundador da marca Fender) foi o primeiro a produzir em escala comercial guitarras de corpo sólido, que ele batizou de Broadcaster (nome que seria mudado depois paraTelecaster). Para concorrer com a Fender, a fábrica de instrumentos Gibson, que já produzia violões elétricos com captadores na época, convidou o músico Les Paul para redesenhar um modelo desenvolvido por ele. Há quem diga que no meio dessa “briga” houve também a influência de um músico e eletrotécnico brasileiro chamado Adolfo Nascimento (Dodô), que estava tentando amplificar seu cavaquinho com o uso de captadores juntamente com seu amigo Osmar Macedo. A consequência foi o surgimento do “Pau Elétrico” em 1944. Algumas pessoas defendem que essa invenção chegou nas mãos de norte-americanos depois que alguns marinheiros passaram pela Bahia, influenciando também o desenvolvimento da Guitarra.

Captadores de Guitarra, conheça modelos e as características !

captadores de guitarraVários guitarristas não sabem ao certo qual modelo de captador escolher para sua guitarra. Não se desespere, vamos entender aqui no portal Serenata quais são os principais captadores do mercado e suas funcionalidades.

Atualmente, existe uma ampla variedade de modelos de captadores. Sua função é transformar as ondas mecânicas produzidas (o som), principalmente pelas cordas, em ondas elétricas.Suas diferenças são classificadas de acordo com suas características técnicas.

Ou seja, elas mudam de acordo com a alimentação, dividem-se em captadores ativos e captadores passivos; quanto ao número de bobinas, dividem-se em captadores simples (single-coils), captadores duplos (humbuckings) ou quádruplos (quad-rail); e ainda podem ser divididas quanto ao material magnético, em captadores cerâmicos e captadores de alnico.

Vamos conhecer os modelos mais usados e suas características;

CAPTADORES MAGNÉTICOS: Detalhe dos captadores de uma guitarra padrão Stratocaster.Humbucking (ponte) e Single-coils (centro e braço). A maioria das guitarras atuais utiliza captadores desta natureza.

CAPTADORES PASSIVOS: Não necessitam de alimentação elétrica (fonte de energia elétrica) para funcionarem. Apresentam grande integração com os demais materiais da guitarra. Enorme variedade de timbres e qualidades. Em maioria são de alta impedância e captam interferências diversas com facilidade.

Os captadores são na verdade uma bobina, ou seja, consistem de magnetos enrolados por um fio (coil) criando assim o campo magnético que é perturbado pelas cordas de metal ao vibrarem em freqüências diferentes. Esta perturbação gera o impulso elétrico que mais tarde é convertido em som (onda mecânica).

CAPTADORES ATIVOS: Necessitam de alimentação para funcionarem. Integração reduzida com os materiais da guitarra. Sons uniformes, previsíveis e pequena variedade de timbres. Captam menor interferência por terem menor impedância.

CAPTADORES SIMPLES (SINGLE-COILS): São estruturados apenas com uma bobina. São mais sensíveis às interferências que causam ruídos. Em geral, o timbre resultante tende a ser mais limpo, brilhante, estalado e estridente em comparação com os humbuckers. Um exemplo do uso de captadores single é o timbre das guitarras Michael GM 227 que vem com 3 captadores Single Coil.

 CAPTADORES DUPLOS (HUMBUCKINGS OU HUMBUCKERS): São estruturados com duas bobinas em um só corpo. Normalmente, as duas bobinas funcionam em polaridades inversas. Assim, cada uma elimina parte do nível de ruído da outra. Essa interação também altera a resposta tonal do captador, o que lhe confere um som diferente daquele produzido por um captador single-coil. Em geral, o timbre resultante tende a ser mais cheio, vigoroso, macio e adocicado em comparação com os single-coils.

Um exemplo do uso de captadores duplos é o timbre imortalizado pelas guitarras Gibson Les Paul. Alguns captadores duplos apresentam a mesma aparência externa tradicional dos captadores simples, pois possuem as duas bobinas empilhadas, a exemplo dos modelos Michael GM750.

Metallica no Rock in Rio 2013


Iron Maiden no Rock in Rio 2013


Além do Rock in Rio, Iron Maiden anuncia shows em SP e Curitiba


                                            Bruce Dickinson canta com o Iron Maiden em SP

Iron Maiden anunciou em seu site oficial dois shows no Brasil em setembro, além da apresentação no Rock in Rio, no dia 22. O grupo liderado por Bruce Dickinson vai tocar em São Paulo, no Jockey Club, no dia 20. Depois, faz show em Curitiba, no dia 24.O lugar da etapa paranaense da turnê ainda não foi confirmado. Os ingressos começam a ser vendidos na terça-feira (23), para o show de São Paulo (www.livepass.com.br); e no dia 31 de maio, para a apresentação em Curitiba (www.xyzlive.com.br).
Os convidados para os shows de São Paulo e Curitiba serão Slayer e Ghost. Os ingressos para a noite em que o Iron Maiden toca no Rock in Rio (veja a programação) já estão esgotados. O grupo se apresenta no mesmo dia de Avenged Sevenfold, Slayer e Kiara Rocks, as outras três atrações do Palco Mundo. O Iron esteve no Brasil em 1985, no primeiro Rock in Rio. Eles também vieram ao país outras oito vezes, sendo que a última foi em 2011.
“Estamos muito animados com a oportunidade de estender nossa tour na América do Sul com estes shows em São Paulo e Curitiba”, disse Bruce Dickinson em comunicado da produtora XYZ Live. “Temos uma relação especial com os fãs brasileiros e será fantástico levar ao maior número de pessoas este grande concerto do qual nos orgulhamos muito. Vamos surpreender o público com muita pirotecnia e diversas surpresas."
O baixista Steve Harris comentou o setlist dos shows recentes: "Tivemos a possibilidade de tocar canções que não tocávamos a muito tempo como 'Seventh Son', 'The Prisoner' e 'Afraid To Shoot Strangers', bem como as favoritas dos fãs como 'The Trooper', 'Aces High', 'The Clairvoyant', 'The Number Of The Beast', 'Wasted Years' e 'Run To The Hills'."

Megadeth - Symphony of Destruction


Evanescence - My Immortal